16 julho 2007

AFINAL EXISTE - ESPIONAGEM E TELEPATAS - CIA / STAR GATE PROJECT


Ao que se saiba, mais de vinte anos de estudo sobre a telepatia aplicável à espionagem - CIA e documentação obtida através de Freedom of Information Legislation.

11 comentários:

  1. Bom, sempre pensei que o retundante fracasso, apesar do recurso a meios ilimitados atribúidos à investigação, fosse suficiente para de uma vez por todas se acabar com as tonterias esotéricas...mas não

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  2. A propósito, parabéns pelo "carbonmade"! Muito bom!

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  3. Ora vivas amigo!

    O estranho é terem gasto mais de 20 anos em investigação numa coisa que se provaria inútil sem o terem constatado previamente. Não deixo de reparar na sincronia temporal entre o fim dos estudos sobre telepatia e a emergêmcia de solitações diversas a inúmeros documentos através do FOIA, inclusive a assinatura de Bill Clinton em 1996 sobre o "The Electronic Freedom of Information Act Amendments".

    Obrigado pelo carbonmade.

    Ainda não tive tempo de espreitar a tese.

    Abraço

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  4. E ainda assim há muito boa gente de classes sociais esclarecidas que acredita em PES e afins...

    Abraço

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  5. Qualquer dia se a humanidade não se auto-extinguir, Deus deixará de ser considerado o criador mas sim a criação da coisa que já foi homem.

    Ficção hoje, realidade amanhã. Criação duma potência, caminho andado para a sua concretização.

    Ciência e Criatividade andaram sempre de mãos dadas apesar de ser mais exposto o seu oposto.

    Abraço

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  6. Ah, mas penso que qualquer pessoa minimamente esclarecida e com um pequeno conhecimento da história das religiões e do seu entroncamento na história(sobretudo no caso dos monoteísmos) defenderá serem as divindades meras criações dos humanos de modo a tornar mais confortável a sua existência e cuja motivação deverá certamente estar relacionada com a necessidade do sucesso evolutivo da espécie. Para mim isso é claro. Embora possa parecer uma concepção rude, em última análise nós somos apenas o resultado da luta pela sobrevivência de microorganismos gerados nos primórdios da vida na terra. Somos apenas o resultado da evolução destes decorrente da necesidade de reprodução e dominância. Nada mais.

    Quanto à ciencia VS criatividade, ainda hoje, tanto quanto sei, não há consenso em questões tais como: "é a matemática criada ou descoberta?"

    Já me estou a alongar
    Abraço

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  7. Bem... Um amigo meu foi recentemente a um seminário nos EUA precisamente sobre visão remota... e depois presentou-me com "Captain of My Ship, Master of My Soul" de F. Holmes Atwater, um dos membros iniciais da Stargate... E confesso que mudei de opinião perante algo perante o qual antes estava muito céptico...

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  8. De todo pertencemos ao mesmo cadinho biológico e existimos com os mesmos tiques intrinsecamente genéticos.

    Se o Homem não bebesse dessa fonte potencial da curiosidade e do porquê, se numa ténue fragrância de querer vincular uma existência individual como se tal fosse relevante quantitativamente ao Cosmos, não existisse a teimosia de querer dominar esse espaço vazio do absurdo da existência, se o Homem não tivesse recorrido a Deus como a metáfora dum conceito turvo a uma não resposta, se não tivesse sido actor desse teatro da tragédia e se não ousasse admitir ser um ser duvidoso tacteante, provavelmente o Homem continuaria sendo uma espécie perfeita no seu ecossistema, uma máquina de sobrevivência biológica. Nunca teríamos chegado ao cepticismo (não me refiro ao cepticismo dogmático) se não tivesse existido o confronto com a existência dominada por uma subserviência antropológica sobre os porta-vozes monopolistas das religiões. Se o Homem não se tivesse personalizado "o diabo" ao contestar o dogma, provavelmente prevaleceriam os sistemas teocráticos.

    Se Deus possa ser uma omnipotente sensação de ténue conforto, nunca o Homem poderia ter transposto e confrontado a loucura latente do reconhecimento de sua própria morte sem o seu aparo. Deus é uma palavra que tende reunir tudo o que abarque o conhecimento humano, está em construção, pelo balão imaginativo humano que cresce pelas utopias alcançadas e pelos deuses assimilados.

    Como poderá num Cosmos imensurável, o Homem dizer-se completo? Ainda não chegou a Deus - à extrapolação dum máximo absoluto. Persiste sim nessa quimera de querer tocar (não deixo de recordar "A criação de Adão" de Miguel Angelo) o algo que está para além. Será que essa imagem de sua potência existe por ela mesma, como "num mundo das ideias" platónicas? Como uma civilização que evolui paralelamente num ou mais graus acima? Perseguirão elas os seus Deuses? E essas outras potências, existirão elas por si mesmas como outros planos superiores? E num espaço infinito poderia alguma civilização ter atingido a sua potência máxima? E quão infinitamente estranho é encarar-se como provável a existência dessa coisa máxima (nos nossos conceitos).

    Já não nos podemos dizer bactérias ou amibas, só pelo facto de termos consciência de que somos algo artificialmente (ferramentas)em devir.

    Abraço

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  9. Já que vou aludindo aos mitos, recordo-me de Ícaro - Esse querer tocar nos céus como os deuses, e o teor moralista sobre a advertência, neste caso a legítima precaução.

    Sou apologista de que o cepticismo não deva sufocar a criatividade assim como a criatividade não deva menosprezar o cepticismo.

    Mas se tal fosse tão pragmático como o mero equilíbrio entre duas partes provavelmente muitos problemas estariam já solucionados.

    Quando a questão desse porquê de se ser científico ou criativo se alie a factores exclusivamente expansivos ou dominantes, por si economicos ou potenciais monopolios, então os dois lados guerreiam cegos entre si, como paladinos da sua razão.

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  10. Clavis

    Continuo com a filosofia de que a vida do comum está equiparada a uma analogia à "Alegoria da Caverna" de Platão. O comum vive em analogia num mundo de sombras e conhecimento limitado, ou não existisse um fosso fundo entre as classes sociais. É curioso que as sociedades mais evoluídas tendam a uma maior equidade social assim como acesso à informação (Freedom of the Press Act - Suécia - 1766)

    Considero a Internet como uma das revoluções contra o conhecimento estanque e em redoma, sinónimos de monopolização de poder, como tal, uma abertura maior de perspectivas e possibilidades.

    Gostaria de ler esse livro Clavis

    Abraço

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