NAVE ESPACIAL PHOENIX DESCOLOU HOJE EM DIRECÇÃO A MARTE - OBJECTIVO: RECOLHA DE ÁGUA

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Phoenix Heads for Mars, Spacecraft Healthy

Delta II lifts off launch pad.

Image above: A Delta II rocket lit up the early morning sky over Cape Canaveral Air Force Station in Florida as it carried the Phoenix spacecraft on the first leg of its journey to Mars. The powerful three-stage rocket with nine solid rocket motors lifted off at 5:26 a.m. EDT. Image Credit: NASA

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The Phoenix spacecraft has separated from the Delta II rocket and ground controllers at NASA's Deep Space Network have acquired its signal and begun assessing its health. The solar panels that will power the mission's cruise phase will be deployed and Phoenix will be pointed to best receive solar power and communicate with Earth.

The spacecraft has oriented itself to the sun as it was programmed to do. It will use solar panels to generate electricity during the nine-month coast to Mars. A separate set of solar arrays is attached to the lander itself.

The Phoenix Mars lander's assignment is to dig through the Martian soil and ice in the arctic region and use its onboard scientific instruments to analyze the samples it retrieves.

Media Resources
+ Audio clips from Aug. 2, 2007, briefing
+ Launch Press Kit (6.5Mb-PDF)
+ Phoenix Fact Sheet (244Kb - PDF)
+ Spacecraft and rocket processing images
+ Planned Mars landing site for Phoenix (high resolution image)

Podcasts
+ Listen to Journey to the Martian North Pole
+ View Phoenix Webcast

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RELEASE: 45-07

NASA Spacecraft Heads for Polar Region on Mars

CAPE CANAVERAL, Fla. - NASA's Phoenix Mars Mission blasted off Saturday, aiming for a May 25, 2008, arrival at the Red Planet and a close-up examination of the surface of the northern polar region.

Perched atop a Delta II rocket, the spacecraft left Cape Canaveral Air Force Base at 5:26 a.m. EDT into the predawn sky above Florida's Atlantic coast.

"Today's launch is the first step in the long journey to the surface of Mars. We certainly are excited about launching, but we still are concerned about our actual landing, the most difficult step of this mission," said Phoenix Principal Investigator Peter Smith of the University of Arizona's Lunar and Planetary Laboratory, Tucson.

The spacecraft established communications with its ground team via the Goldstone, Calif., antenna station of NASA's Deep Space Network at 7:02 a.m. EDT, after separating from the third stage of the launch vehicle.

"The launch team did a spectacular job getting us on the way." said Barry Goldstein, Phoenix project manager at NASA's Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, Calif. "Our trajectory is still being evaluated in detail; however we are well within expected limits for a successful journey to the red planet. We are all thrilled!"

Phoenix will be the first mission to touch water-ice on Mars. Its robotic arm will dig to an icy layer believed to lie just beneath the surface. The mission will study the history of the water in the ice, monitor weather of the polar region, and investigate whether the subsurface environment in the far-northern plains of Mars has ever been favorable for sustaining microbial life.

"Water is central to every type of study we will conduct on Mars," Smith said.

The Phoenix Mars Mission is the first of NASA's competitively proposed and selected Mars Scout missions, supplementing the agency's core Mars Exploration Program, whose theme is "follow the water." The University of Arizona was selected to lead the mission in August 2003 and is the first public university to lead a Mars exploration mission.

Phoenix uses the main body of a lander originally made for a 2001 mission that was cancelled before launch. "During the past year we have run Phoenix through a rigorous testing regimen," said Ed Sedivy, Phoenix spacecraft program manager for Lockheed Martin Space Systems, Denver, which built the spacecraft. "The testing approach runs the spacecraft and integrated instruments through actual mission sequences, allowing us to asses the entire system through the life of the mission while here on Earth."

Samples of soil and ice collected by the lander's robotic arm will be analyzed by instruments mounted on the deck. One key instrument will check for water and carbon-containing compounds by heating soil samples in tiny ovens and examining the vapors that are given off. Another will test soil samples by adding water and analyzing the dissolution products. Cameras and microscopes will provide information on scales spanning 10 powers of 10, from features that could fit by the hundreds into a period at the end of a sentence to an aerial view taken during descent. A weather station will provide information about atmospheric processes in the arctic region.

The Phoenix mission is led by Smith, with project management at JPL and development partnership at Lockheed Martin, Denver. The NASA Launch Services Program at Kennedy Space Center and the United Launch Alliance are responsible for the Delta II launch service. International contributions are provided by the Canadian Space Agency, the University of Neuchatel (Switzerland), the University of Copenhagen (Denmark), the Max Planck Institute (Germany) and the Finnish Meteorological Institute. JPL is a division of the California Institute of Technology in Pasadena.

Additional information on Phoenix is available online at:

http://www.nasa.gov/phoenix


Additional information on NASA's Mars program is available online at:

http://www.nasa.gov/mars

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UP FROM THE ASHES: THE PHOENIX MARS MISSION

THE PHOENIX MARS LANDER

FLIGHT OF THE PHOENIX MARS LANDER

PHOENIX LAUNCH, ENTRY, DECENT AND LANDING ANIMATION

informação tirada de NASA

Comentários

  1. Zé apetece-me dizer: mais "Um pequeno passo para o homem, um grande salto para a humanidade"

    O engraçado é que são poucas as pessoas que estão a par deste acontecimento.
    É quase como a história dos seres alienígenas, não se “ouve” falar dos factos então; é porque não existem.
    Neste caso parece que se deixou de dar importância ao " espaço". Tenho consciência da argumentação de que os milhões e milhões dispendidos no "espaço" ajudavam a matar a fome em africa. Mas é impossível travar este processo, como seria impossível travar os descobrimentos.

    A Questão fica: estará o "espaço" tão banalizado que uma ida a Marta deste calibre passe despercebida para tantos?

    Beijinhos

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  2. Ora vivas Madermoiselle Sousa!

    Eu penso que as notícias tal como as efemérides (etimologicamente falando) são muito parecidas em fenómeno. São ambas um fenómeno social, de massas.

    Numa sociedade mais avançada a mediatização ou publicidade à notícia não é saturada nem está qual cordão umbilical, intrínseca à estatística das audiências.

    Logo, o espectador, leitor, tem um maior ângulo de poder de selecção e afinidade sobre qual a direcção a tomar na escolha das suas efemérides diárias.

    Por assim dizer, não está restrito a uma lista de notícias que só é relevante por si mesma.

    Quanto mais se caminha (e felizmente existem pensamentos divergentes) para um absolutismo económico (repare-se que o capital é o bode expiatório - quem criou o conceito de moeda? Duas utilzações, cara ou coroa? a que der mais dinheiro!) tende-se a uma sociedade ou civilização que se rege pelo imediato e pela fachada dos 1ºs segundos não tendo tempo para uns 2ºs segundos.

    Por conseguinte, o que não se vê, não existe, o que a sociedade não fala, não existe, a sociedade é então o portavoz absoluto da existência, e de todas as nuances humanas - a noção de existência individual só existe pelos moldes apresentados pela sociedade. Isso é viver-se numa sociedade monopolista, qual 1984 de George Orwell, é viver-se num Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley.

    Infelizmente, a mediatização do espaço foi implicação de uma quimera pela conquista do espaço, política e poderes económicos, mas cá quanto a mim, o que me interessa no Vasco da Gama e primos afins, não será o oiro lá reluzente ao fundo, mas sim essa coragem dum Ícaro que ousou voar até ao sol, desta vez precavido já não com asas de cera. Será a riqueza de conhecer culturas novas, perspectivas outras da mesma essência humana. Metáforas que tornam tridimensional esta existência.

    Estão lado a lado, esse mercenário e esse utópico. Armstrong dava os primeiros passos na lua e proferia essas palavras memoriais, Nixon proferia um discurso pela paz, e milhares de soldados vietnamitas e americanos morriam ou ficavam desmembrados no Vietname.

    Agonia o paradoxo.

    A argumentação dos milhões não é suficiente. A má gestão humana em prol da corrupção é consequência desse desiquilíbrio, ou não seria o desiquilíbrio propositado?

    A quimera do espaço partirá essencialmente dos dois lado a lado, essa riqueza de nos encontrarmos com outras civilizações, propiciarmos a sobrevivência da espécie humana, e por outro lado a conquista territorial sinónimo de supremacia de espaço.

    Espero que a aprendizagem humana seja mais forte e que o erro não seja encarado como algo que se enterra, mas sim algo que proporcione conhecimento.

    Beijos terráqueos

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  3. opa será que levaram o caracol ou um polvo?

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